de silvos a Mogwai

teto ruiu, despenca em pequenos flocos relaxado ao cair, rindo das quatro paredes que ficam de pé

ainda e agora me diz miúdo miudinho e dorme

o teto que me impedia o céu de cicatrizes metálicas e nuvens de esponjas encardidas
o teto era uma camada, o céu é outra e por trás dele tem mais coisa

agora o telefone não para, me interpelam na rua, me perguntam o que há de mais além, perguntam sussurrando ou em franco desespero, de silvos a Mogwai

e eu fico devendo resposta

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