Junte os dentes e estanque a luta, conte os ossos. Não entendo vocês, tão festivos, comemorar o quê? A mesma comitiva engajada, esvaziando noite qualquer de rostos totais: becos totais, infernos, amigos. Quando chegam, lavam a louça as 4h para esquecer a tentação de poesia. Amanhece outra vez sobre o assoalho, descortina, espuma pelos dentes e pelas gengivas, ciúme e tempo de apagar com a programação da rádio online embalando o começo do sono.

Paira sobre o quarto o sentinela, juiz implacável que em silêncio sentencia: não.