Eles protestam. Negam. Dão gargalhada. É uma certeza muito sozinha. A de seu mais completo fracasso. Esgotou todas as chances que poderia ter aproveitado. É morto. Sente-se morto. Para os outros, está morto. E, no entanto, ainda respira! Ainda pulsa em alguma coisa indefinida – não é um coração, não sente nem despreza nem se aflige – mas cala-se num silêncio catatônico e amargo.