nenhum brilho em olhos inéditos por hoje, fico tão murcha quando me falta essa alegria devassa. queria enxergar além desses dois círculos e da febre, mas apago a luz e fecho os olhos e percorro as cordas do instrumento sem a pretensão de entregar qualquer nota que seja a alguém.

eu desligo o telefone. o computador. isolo o quarto da luz externa do poste. procuro reconhecer alguma satisfação maior que não dever explicações mas este foi meu sonho durante tanto tempo que consigo ser feliz a sós com sua realização. se alguém bater na minha porta eu não vou ouvir.