eu ainda tinha algum desespero em mim, uma pequena reserva de vontade que ainda não havia esgotado. ela crescia e às vezes eu achava que estava com fome ou sede ou com sono demais ou hiperativa ou deprimida. eram os ecos desse segredo que eu dispensei, achando que estava morta.

eu estava morta.

até ouvir meus próprios gritos novamente e minha própria respiração abafada, minha tosse, meu medo, meu anjo era eu.